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Serviço Social em defesa da arte e cultura!

24/04/26 às 16:27

Serviço Social em defesa da arte e cultura. Ilustração de menino de boné usando uma lata de sray, câmeras de vídeo, máscaras do teatro, uma árvore no centro, uma mulher, negra, de cabelos vermelhos em coque, abaixo uma pessoa escrevendo e outra pessoa lendo. Cores laranja, preto, vermelho, amarelo, verde. Como a arte e a cultura podem ser instrumentos de intervenção e mediação para o trabalho de assistentes sociais? Essa é a reflexão proposta pela nova publicação do CFESS “Serviço Social em Defesa da Arte e Cultura”.

Confira a nova publicação

O documento, fruto de deliberação da própria categoria no 50º Encontro Nacional CFESS-CRESS (realizado em Brasília, em 2023), que apontou a necessidade de debater e aprofundar o tema no âmbito da Seguridade Social, foi elaborado por um grupo de trabalho de assistentes sociais e contou com algumas de suas contribuições artísticas.

O texto defende a arte e a cultura como dimensões centrais da vida humana e instrumentos estratégicos no trabalho de assistentes sociais, com forte potencial educativo, crítico e de transformação da realidade.

Embora frequentemente capturadas pela lógica do mercado e reduzidas a mercadoria ou entretenimento, a arte e a cultura também são expressões da classe trabalhadora e espaços de resistência, capazes de denunciar desigualdades e fortalecer a consciência crítica.

Por isso, o Serviço Social defende que a política de cultura seja pública, democrática e popular, tratada como direito social, com acesso universal, descentralização de recursos, participação popular e integração com outras políticas sociais.

“Esse material cumpre uma importante deliberação do Eixo de Seguridade Social. A produção traz contribuições e amplia a nossa compreensão de arte e da cultura não somente como resistência, mas como mediação para o processo de trabalho de assistentes sociais, como um direito humano e estratégia de transformação social”, explica a conselheira e coordenadora da comissão de Seguridade Social do CFESS, Alana Rodrigues.

O documento propõe ainda que arte e cultura sejam incorporadas de forma intencional ao trabalho cotidiano de assistentes sociais, como mediações que ampliam o diálogo com a população, fortalecem processos educativos e contribuem para o enfrentamento das expressões da questão social.

Sabe aquela capa ilustração que dá a cara do Código de Ética de Assistentes Sociais? É arte, e das mais significativas!

Confira o documento completo e o cartaz “Serviço Social em Defesa da Arte e Cultura”.

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